
Até domingo, o Balé Teatro Guaíra será o anfitrião de sua festa de aniversário, em Curitiba. O BTG receberá seis companhias de dança contemporânea na capital do Paraná, em quatro dias de espetáculos que comemoram seus 45 anos. O projeto Balé Teatro Guaíra e Cias já passou por Manaus, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e passará por Niterói, proporcionando intensa troca de experiências e belos espetáculos para as cidades e suas companhias públicas de dança. Participam do projeto: Corpo de Dança do Amazonas (Manaus), Balé da Cidade de São Paulo (São Paulo), Cia de Dança Palácio das Artes (Belo Horizonte), Balé Teatro Castro Alves (Salvador) e Cia de Ballet da Cidade de Niterói (Niterói), além do próprio Balé Teatro Guaíra e do G2 Cia de Dança.
De acordo com a proposta, cada cia. compartilhou espetáculo com o BTG em sua localidade e nestas datas farão espetáculos exclusivos em Curitiba. Em comum com o BTG, estas companhias construíram a história da dança no Brasil e possuem um sistema de gestão similar, apoiado no poder público, além de afinidades em sua proposta artística. Por conta disso, foram convidadas a dividir o palco com a companhia aniversariante.
“Entendemos que a melhor maneira para comemorar esta data é nos aproximarmos daqueles que admiram esta arte, seja com o público ou com nossos parceiros de ofício”, explica a diretora do Balé Teatro Guaíra, Cintia Napoli. O Balé Teatro Guaíra foi criado em 1969 pelo Governo do Estado do Paraná. Durante todo seu percurso contou com importantes diretores e coreógrafos, acumulando mais de 130 coreografias realizadas. Na atual direção de Cintia Napoli, o BTG tem como metas a concretização de políticas de acessibilidade à dança, a promoção de espaços de incentivo ao artista criador e a difusão e produção de espetáculos que integram o seu repertório.
O Balé Teatro Guaíra foi criado em 1969 pelo Governo do Estado do Paraná. Durante todo seu percurso contou com importantes diretores e coreógrafos, acumulando mais de 130 coreografias realizadas. Teve como primeiros diretores CemeJambay, Yara de Cunto, YurekShablewski, Hugo Delavalle e Eric Waldo.
Em 1979, o coreógrafo português Carlos Trincheiras assumiu a direção e permaneceu até 1993. Nesse período a companhia ganhou reconhecimento internacional, com destaque para a obra O Grande Circo Místico, inspirada no poema de Jorge de Lima, com música especialmente composta por Edu Lobo e Chico Buarque. Izabel Santa Rosa, Jair Moraes, Marta Nejm, Christina Purri, Susana Braga, Carla Reinecke, Andréa Sério, também dirigiram e contribuíram com a construção da história do Balé.
Além das criações dos próprios diretores, o Balé contou ainda com coreógrafos como John Butler, MilkoSparembleck, Vasco Wellemkemp, Maurice Bejárt, Ana Mondini, LuisArrieta, HenningPaar, Julio Mota, Tíndaro Silvano, Márcia Haydée, Ana Vitória, Eduardo Ibañez, Andréa Lerner, Rosane Chameki, Roseli Rodrigues, Rodrigo Pederneiras, Henrique Rodovalho, Felix Landerer, David Zambrano, Luiz Fernando Bongiovanni, Rui Moreira, Carmen Jorge, Olga Roriz e Gustavo Ramirez Sansano.
Na atual direção de Cintia Napoli (2012) o BTG tem como meta: a concretização de políticas de acessibilidade à dança, a promoção de espaços de incentivo ao artista criador e a difusão e produção de espetáculos que integram o seu repertório. É neste sentido que o BTG estabelece um diálogo com a contemporaneidade, ao mesmo tempo em que preserva e valoriza a sua história.
Foto: Divulgação.





