Nada de harém do Sheik. Para mostrar que é um cara bem diferente do que tem sido pintado por aí recentemente, Emerson Sheik, 36 anos, abriu as portas de sua mansão em Mangaratiba, na região da Costa Verde do Rio de Janeiro. Na propriedade de 18 mil metros quadrados, com campo de futebol, quadra de vôlei, píer particular e até heliponto, ele mostrou os lugares em que recebe amigos e familiares na hora de festejar, elegeu o espaço como seu refúgio e se disse um cara família.
“Amo essa lugar. Venho para cá para descansar, quando estou com problemas. Tenho essa casa há nove anos, e é aqui que faço as minhas bagunças. Aqui é o meu cantinho, meu refúgio, diz. E a fama de pegador? Sheik também fala sobre isso. Ou melhor, nega que faça o tipo mulherengo, conta que está doido para se “amarrar” e revela alguns de seus segredos na hora da conquista. “Fui casado por muito tempo, mas agora estou solteiro. Sol-tei-ro! Estou separado há cinco anos, e não é um absurdo um cara solteiro se envolver com quatro ou cinco mulheres nesse tempo. Não acho que sou pegador, nem quero ter essa fama. Não vejo isso com bons olhos. Talvez devesse tomar algum cuidado com esses momentos passageiros, mas não tomei.
E a coisa virou essa loucura, das pessoas me abordarem na rua e dizerem que sou o pegador. Nada a ver. Quem me conhece sabe que não sou assim. Criou-se um mito que não condiz com a verdade”, diz.




