
Com uma obra memorialista (Dança Sinfônica, com música de Marco Antônio Guimarães e coreografia de Rodrigo Pederneiras) e outra que aponta para o futuro (Suíte Branca, com música assinada por de Samuel Rosa e coreografia de Cassi Abranches), a maior companhia particular de dança contemporânea do país celebra 40 anos de uma existência pautada pela excelência e pela busca incessante de renovação. Primeiro programa duplo inédito levado à cena pelo Grupo Corpo desde de 1991, os dois balés têm cenografia de Paulo Pederneiras, figurinos de Freusa Zechmeister e iluminação assinada a quatro mãos por Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras. Depois de fazer sua estreia mundial em 5 de agosto, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e de cumprir temporadas no Teatro Alfa, em São Paulo (12 a 23 de agosto), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (3 a 7 de setembro), e em Recife (24 e 25 de outubro) o Grupo Corpo finalmente chega a Curitiba na sexta (04).
Concebido por Paulo Pederneiras, diretor artístico e o grande arquiteto das criações da companhia desde os seus primórdios, o programa comemorativo é marcado pelo contraste entre os dois grandes veios que abasteceram o processo artístico do Corpo – o erudito e o popular.





