
A releitura de Jean Cocteau sobre o mito de Édipo ganha montagem contemporânea com foco no público jovem. A peça estreia dia 6 de março e fica em cartaz até o dia 22, no Guairinha. A direção é de Roberto Innocente. O elenco conta com participação de Rosana Stavis que concorre ao Prêmio Shell. A ideia de montar um espetáculo no Brasil que trouxesse o enredo de “A Máquina Infernal”, de Jean Cocteau, partiu do diretor italiano Roberto Innocente e de João Graff, juntos montaram o projeto para que fosse viabilizado em terras curitibanas.
Com adaptação, cenário e direção de Roberto Innocente, produção de Thadeu Peronne, a montagem conta a história de Édipo, personagem bem conhecido da mitologia grega, que mata o pai e casa-se com a própria mãe, mas trazendo a perspectiva de um jovem, com seu olhar egoísta, diante de uma máquina infernal que é o mundo.
O elenco conta com a participação especial da atriz Rosana Stavis, que concorre ao Prêmio Shell com o monólogo Árvores Abatidas ou para Luis Melo. Completam o grupo os atores Gerson Delliano, João Graf, Joseane Berenda, Ludmila Nascarella e Marvhem HD. O figurino, de Paulinho Maia, e a sonoplastia, de Cesar Sarti, trazem elementos da Grécia antiga, mas com foco na contemporaneidade. A companhia conta ainda com uma assessoria de referências gregas, dada por Aimilia Koulogeorgiou.





