Aos 31, Carol Castro fala sobre ser mãe: ‘Me vejo cada vez mais adiando’

Desde o início de 2014, quando terminou a novela “Amor à vida”, Carol Castro fez um pouquinho de tudo: participou da montagem da “Paixão de Cristo” em Nova Jerusalém, gravou o filme “E.A.S. – Esquadrão Anti-Sequestro”, foi repórter do quadro “Dança dos Famosos”, do “Domingão do Faustão”, e ainda fez uma ponta na temporada atual de “Malhação”.
No próximo dia 23, no entanto, a atriz estreia em uma seara nova: os musicais. Ela será uma das protagonistas de “Nine – Um Musical Felliniano”, com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho, que entrará em cartaz em São Paulo. No palco, ela dará vida a Luisa Contini, personagem de Marion Cotillard na adaptação para o cinema, de 2009, e dividirá os holofotes com um elenco que inclui Totia Meireles, Mayana Moura, Letícia Birkheuer e Beatriz Segall, entre outros. “Dá um frio na barriga, mas, às vezes, é esse frio que dá essa sensação de que você está vivo, de que está fazendo o que você gosta. É uma sensação positiva”, diz ela.
Casada há pouco mais de um ano com o modelo Raphael Sander, a atriz diz que o relacionamento está cada vez melhor. “Nada melhor do que a intimidade, a parceria, o dia a dia e o tempo para melhorar a relação. Acho que o grande desafio de um casamento é ir mudando e se transformando em conjunto. A ideia é que [a relação] vá ficando cada vez mais ‘azeitada’”, acredita.
Esta sintonia toda é clara na hora de posarem juntos – vira e mexe o casal é contratado para protagonizar campanhas lado a lado. “Você fica bem mais à vontade, né? É sempre uma delícia, tem que dar vários beijinhos. A gente troca tudo, todas as informações, e mais ainda agora que ele está estreando como ator.”
Casada e feliz, a cobrança passa a ser para aumentar a família. Carol, no entanto, diz que a prole não deve vir tão cedo. “Antigamente, achava que ia ser mãe antes dos 30 anos. Hoje em dia, com 31, me vejo adiando cada vez mais esse projeto. Ainda mais porque agora, por exemplo, não é o momento certo nem para mim nem para ele”, admite. “A família não me cobra nem um pouco, graças a Deus. A imprensa me cobra mais do que a família! Tenho muita vontade de ser mãe, sempre tive esse instinto, mas estou deixando rolar”, conta. Mas estabelece um limite: “Até os 35, 36 anos está tranquilo.”

Foto: Divulgação.