
Foi realizada neste final de semana a prova do processo seletivo para os servidores municipais que atuam na atenção primária à saúde de Curitiba e desejam ingressar no serviço de urgência e emergência. No total, 63 candidatos – entre auxiliares e técnicos de enfermagem, enfermeiros, farmacêuticos, dentistas, técnicos e auxiliares de saúde bucal – realizaram o teste no Centro de Formação Continuada da Secretaria Municipal de Educação.
Estão sendo oferecidas vagas em oito Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e na Central de Regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os interessados, além de serem servidores municipais da saúde, devem ter disponibilidade para trabalhar de acordo com as escalas estabelecidas pelo serviço de urgência e emergência, participar dos processos de capacitação continuada e estar aptos a desempenhar as atividades do cargo pretendido.
Além do teste de múltipla escolha, o processo também conta com uma prova de títulos. Para a escolha do profissional, será obedecida a ordem de classificação dos candidatos aprovados.
O resultado definitivo, após a análise de eventuais recursos apresentados pelos candidatos, sairá no dia 6 de fevereiro.
O edital com mais informações a respeito do processo seletivo e das vagas ofertadas pode ser acessado no mesmo endereço eletrônico.
GREVE
Os servidores públicos do Sistema Único de Saúde (SUS) de Curitiba se reuniram em greve em frente à Câmara Municipal para protestar contra a Prefeitura. Foram atendidos pela vice-prefeita Miriam Gonçalves. Segundo a Prefeitura de Curitiba, a adesão foi baixa e somente 2,5% dos servidores pararam as atividades. O funcionamento das unidades básicas de saúde seria normal, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), os trabalhadores são obrigados a manter 100% do atendimento de urgência e emergência nas UPAs e no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em caso de greve. Além disso, as UBS devem atender 30% da demanda, o que corresponde a atender casos agudos e reagendar as consultas eletivas.
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