
A Secretaria Municipal da Saúde terminou a análise do Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (Lira), que vistoriou 21.900 imóveis de Curitiba. Embora alguns focos de mosquito tenham sido encontrados, nenhum deles era do transmissor da dengue. Mesmo assim, a Prefeitura de Curitiba alerta a população para redobrar a atenção no combate ao inseto.
O Aedes aegypti também transmite a febre Chikungunya, vírus que era comum na África e na Ásia e chegou às Américas pelo Caribe, no fim do ano passado. O primeiro caso autóctone no Brasil foi confirmado no mês de setembro. Até o fim de outubro, o Ministério da Saúde registrou um total de 824 casos no país. Curitiba ainda não registou nenhum caso.
Em março e maio deste ano, pela primeira vez em Curitiba, foram registrados dois casos autóctones de dengue – nos quais o paciente é infectado no próprio local de registro – da doença e 331 focos do mosquito já foram identificados desde janeiro.
A coordenadora do Programa Municipal de Controle da Dengue, Juliana Martins, ressalta a importância do envolvimento da população em redobrar os cuidados para evitar a proliferação do mosquito. “Com a chegada do calor e chuvas, crescem consideravelmente as chances da formação de mais criadouros para o Aedes. Embora Curitiba historicamente registre poucos focos, é preciso que a população fique atenta aos locais que podem acumular água parada”.
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